Por inúmeras vezes ouvi este ensino nos templos evangélicos: "o pastor é o ungido do Senhor....", como argumento para diversos fins. Principalmente para impedir qualquer questionamento quanto à "autoridade" do mesmo sobre as vidas dos membros da denominação.
O termo "o ungido", na Escritura, se refere basicamente um tipo de pessoa: um rei! Davi, ungido por Samuel, se referia a Saul, outro rei, como o ungido do Senhor. Pedro, referiu-se ao Rei Jesus como o ungido, fazendo referência às Escrituras. Em Lucas, cap 4, O próprio Jesus, ao entrar na sinagoga em Nazaré, leu a profecia de Isaías a seu respeito: "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim... me ungiu para pregar o evangelho." As falas do profeta se referiam ao Rei dos reis! Ele, Jesus, foi ungido! Tanto é que, ele se assentou e disse: "Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos".
Amados, esta mesma unção que o Espírito derramou sobre Ele para pregar Boas Novas aos quebrantados, derramou sobre cada um de nós! Estou errado? Ele não nos chamou para reinarmos com Ele? Jesus não nos deixou obras (missões) ainda maiores para se fazer? Não nos deixou Ele outro Consolador, o próprio Espírito Santo? Este, por sua vez, não é o mesmo que o ungiu também?
Se a sua resposta para essas perguntas for um SIM, então há de se concordar que ser um "ungido do Senhor", não é privilégio daqueles que se põem como sacerdotes levíticos sobre a vida dos membros da denominação. Ungidos para a missão de pregar e pastorear os discípulos, todos nós fomos. Não há uma "unção especial" sobre quem é "ordenado" pastor. A unção é sobre a Igreja!!
Será que, mais uma vez, voltamos ao assunto da responsabilidade de toda a igreja depositada sobre apenas a casta clerical (só porque fizeram seminário e foram ordenados sacerdotes pela religião)? Ora, a quem Pedro chama de sacerdócio santo, em sua primeira epístola? Exclusividade dos pastores evangélicos? Qual seria a intenção da religião em ensinar tão sutil distorção?
O termo "o ungido", na Escritura, se refere basicamente um tipo de pessoa: um rei! Davi, ungido por Samuel, se referia a Saul, outro rei, como o ungido do Senhor. Pedro, referiu-se ao Rei Jesus como o ungido, fazendo referência às Escrituras. Em Lucas, cap 4, O próprio Jesus, ao entrar na sinagoga em Nazaré, leu a profecia de Isaías a seu respeito: "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim... me ungiu para pregar o evangelho." As falas do profeta se referiam ao Rei dos reis! Ele, Jesus, foi ungido! Tanto é que, ele se assentou e disse: "Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos".
Amados, esta mesma unção que o Espírito derramou sobre Ele para pregar Boas Novas aos quebrantados, derramou sobre cada um de nós! Estou errado? Ele não nos chamou para reinarmos com Ele? Jesus não nos deixou obras (missões) ainda maiores para se fazer? Não nos deixou Ele outro Consolador, o próprio Espírito Santo? Este, por sua vez, não é o mesmo que o ungiu também?
Se a sua resposta para essas perguntas for um SIM, então há de se concordar que ser um "ungido do Senhor", não é privilégio daqueles que se põem como sacerdotes levíticos sobre a vida dos membros da denominação. Ungidos para a missão de pregar e pastorear os discípulos, todos nós fomos. Não há uma "unção especial" sobre quem é "ordenado" pastor. A unção é sobre a Igreja!!
Será que, mais uma vez, voltamos ao assunto da responsabilidade de toda a igreja depositada sobre apenas a casta clerical (só porque fizeram seminário e foram ordenados sacerdotes pela religião)? Ora, a quem Pedro chama de sacerdócio santo, em sua primeira epístola? Exclusividade dos pastores evangélicos? Qual seria a intenção da religião em ensinar tão sutil distorção?


